

CRIANDO FUTUROS
A PARTIR DA PERIFERIA.
ESTÚDIO PERIFÉRICO · CAMPO LIMPO · SÃO PAULO
Nosso manifesto
CRIAMOS FUTUROS A PARTIR DA PERIFERIA.

O Estúdio Periférico nasceu de uma pergunta simples:
o que teria mudado em nossas vidas se tivéssemos tido acesso, antes, às ferramentas que hoje aprendemos a utilizar?
Arte. Cinema. Tecnologia. Educação. Espaços de criação. Talvez tivéssemos chegado mais longe mais cedo. Talvez tivéssemos entendido que nossas ideias também tinham valor. Talvez tivéssemos descoberto que não precisávamos esperar que alguém nos autorizasse a criar.
Somos um estúdio de criação que acredita que a periferia não deve ser apenas público, mercado ou território de consumo.
A periferia é pensamento.
É repertório.
É invenção.
É tecnologia.
É autoria.
Por isso, criamos a partir de onde estamos. Conversamos com as pessoas do nosso entorno. Escutamos o território.
Entendemos suas necessidades, seus desejos e suas potências. Porque não acreditamos em inovação que chega pronta,
e fora para dentro. Acreditamos em construir junto.
TECNOLOGIA É FERRAMENTA. O FUTURO É HUMANO.
Vivemos em um mundo cada vez mais tecnológico. Realidade virtual. Realidade aumentada. Inteligência artificial.
Experiências imersivas. Novas formas de criar, aprender e se comunicar. Mas tecnologia, sozinha, não transforma ninguém.
Uma ferramenta só ganha sentido quando sabemos para quem, por que e como utilizá-la. Por isso, buscamos um uso consciente,
crítico e artístico da tecnologia. Não nos interessa usar inovação apenas porque ela é nova. Nos interessa descobrir o que ela pode abrir.
Uma nova forma de aprender.
Uma nova maneira de contar uma história.
Uma experiência capaz de aproximar pessoas.
Uma ferramenta que torne a cultura mais acessível.
Uma possibilidade que antes parecia distante demais.
ACESSO TAMBÉM É CRIAÇÃO.
Acreditamos que acessibilidade não deve ser um detalhe acrescentado no final de um projeto. Ela precisa fazer parte da pergunta desde o começo: Quem pode participar disso?
Quem está ficando de fora? Como podemos ampliar esse acesso?
Criar futuros também significa criar experiências em que mais pessoas possam estar presentes.
É por isso que desenvolvemos projetos que aproximam arte, educação, tecnologia e acessibilidade. Porque o futuro que imaginamos não pode ser exclusivo.
EDUCAR É IR ALÉM.
A educação não acontece apenas dentro da sala de aula.
Ela acontece quando alguém descobre uma ferramenta e percebe que também pode utilizá-la.
Quando uma criança experimenta uma tecnologia pela primeira vez. Quando um jovem entende que pode transformar uma ideia em filme, projeto, trabalho ou profissão. Quando alguém encontra espaço para desenvolver a própria voz.
NOSSA MISSÃO É AJUDAR A LEVAR A EDUCAÇÃO ALÉM. ALÉM DOS MUROS. ALÉM DAS CATRACAS.
Além da ideia de que conhecimento pertence a poucos.
Descatracalizar a informação também é criar.
É compartilhar ferramentas.
É ensinar a executar ideias.
É oferecer autonomia sem abandonar a troca.
É formar pessoas capazes de imaginar e construir seus próprios caminhos.
COMEÇAMOS NA ARTE.
E continuamos acreditando nela como uma das formas mais poderosas de compreender o mundo e transformá-lo.
Dos palcos ao audiovisual.
Do cinema às experiências imersivas.
Das oficinas às ruas.
Das telas aos territórios.
Nossa trajetória é feita de encontros entre linguagens, pessoas e tecnologias. Não acreditamos em fronteiras rígidas entre arte, educação e inovação. Acreditamos nos cruzamentos.
É neles que surgem novas perguntas.
E são as perguntas que nos fazem continuar criando.
O FUTURO NÃO ESTÁ PRONTO.
Ele não mora apenas nos grandes centros, nas grandes empresas ou nos lugares que sempre tiveram acesso.
O futuro também está sendo criado agora.
No Campo Limpo. Nas periferias. Nos coletivos. Nas escolas. Nas oficinas. Nos encontros. Nas pessoas que tiveram poucas oportunidades, mas muitas ideias.
O Estúdio Periférico existe para transformar ideias em experiências e experiências em possibilidades.
Para conectar pessoas. Para compartilhar conhecimento. Para experimentar novas linguagens. Para tornar a tecnologia mais próxima. Para ampliar o acesso.
E, principalmente, para lembrar que quem sempre esteve à margem também pode ajudar a imaginar o centro do futuro. Não queremos apenas levar o futuro para a periferia.
QUEREMOS CRIÁ-LO A PARTIR DELA.
O espaço
Localizado no Jardim Piracuama, região do campo Limpo o Estúdio Periférico 360giros é sede dos projetos Ei, libras, Ciclistas Bonequeiros, Catraca do riso e Lupa.
Começou como um quintal de espaço e tornou-se uma casa de criação, oficinas e gravação de vídeos. São anos de atuação como base de grupos que fazem arte na rua e base de criação audiovisual. É um respiro artístico num bairro que é cheio de igrejas, bares e quadras.
Um espaço laico que pensa o bairro com intervenções como o cinemão no escadão, as intervenções do grupo Ciclistas Bonequeiros e a palhaçaria da Cia catraca do Riso. Atualmente o espaço tem oficinas de audiovisual e fotografia.
Além de sediar os grupos, o espaço é um estúdio de filmagem desde 2018, com trabalhos realizados para o canal 360giros, a produção de poesias em realidade virtual, as críticas teatrais do núcleo critico e o conteúdo para o canal do grupo Ciclistas Bonequeiros.
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O início de tudo
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O Espaço Cultural Estúdio Periférico 360Giros é uma iniciativa que floresceu em 2016 com o objetivo de ser um polo de criação e difusão artística na periferia.
Esse teatro surgiu como um farol de cultura e arte, após o fechamento do ponto de cultura Casa Paulo Eiró, preenchendo um vácuo e se tornando um ponto de encontro para a comunidade local e artistas de várias disciplinas.
Este espaço multidimensional rapidamente se estabeleceu como a sede de uma série de projetos culturais dinâmicos. Abrigou as gravações do "Núcleo Crítico" e podcasts dedicados a fazedores teatrais, proporcionando uma plataforma para vozes diversificadas e críticas nas artes.
Também se tornou conhecido pelas suas vídeo poesias evocativas e rodas de conversa envolventes que reuniam pessoas de todos os caminhos para compartilhar e debater ideias.
Em sua horta vibrante, a comunidade se reunia para oficinas de jardinagem, aprendendo sobre sustentabilidade através de práticas de compostagem e minhocário.
O espaço também é feito com apresentações de teatro lambe-lambe e ensaios abertos, onde o público poderia apreciar a arte em sua forma mais crua e íntima.
O curso Lupa de Realidade Mista traz uma nova dimensão ao espaço, com aulas de edição e criação de conteúdo em realidade virtual e aumentada, expandindo os horizontes da comunidade para as fronteiras da tecnologia digital.
É base da cia catraca do riso (palhaços periféricos) e do grupo teatral Ciclistas Bonequeiros.
Certificados & reconhecimentos
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Gustavo Guimarães Gonçalves é um agente cultural, dramaturgo e diretor teatral com uma trajetória notável no desenvolvimento de projetos que integram tecnologia, educação e cultura.
Graduado em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie através da bolsa Prouni, também possui formação em Direção Teatral e no curso técnico de Humor pela SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, além de especialização em Cinema Digital pela Melies – Escola de Animação e Cinema Digital e participação no Núcleo de Dramaturgia do Sesi, sob a orientação de Marici Salomão.
Aos 13 anos, encontrou no teatro do porão de uma biblioteca pública o refúgio para vencer a timidez, era a cia Paideia de teatro com vivência para jovens. Integrou produções dramáticas e cômicas como Treta no Jardim e trabalhos junto à Cia. Paideia e Teatro da Investigação (CTI).
Fundou a cia catraca do riso palhaços periféricos e o ciclistas bonequeiros, desenvolve projetos em realidade virtual e aumentada e cursos de formação em audiovisual como o “lab lupa” que teve o apoio da SPcine na região com Campo Limpo graças a lei Aldir Blanc.
Estúdio Periférico: Fundado a partir do legado de seu pai, o projeto desenvolve vídeo-poesias em 360° e Realidade Virtual (como Mário de Andrade: 360 Giros), funcionando também como Ponto de Cultura com oficinas e horta comunitária.
Ei Libras!: Jogo gamificado de ensino de Libras em Realidade Virtual através de rastreamento de mãos, desenhado no isolamento da pandemia e levado à feira internacional Gamescom (Alemanha) e ao reality The Elevator Pitch.
Um pouco sobre o fundador e diretor geral do Estúdio Perifério



